26 de agosto - Dia da Igualdade Feminina

Na última segunda-feira, 'comemoramos' o dia da igualdade feminina. Sim, comemoramos entre aspas, porque apesar de reconhecermos muitos avanços históricos na luta do feminismo, também devemos reconhecer que as coisas poderiam estar bem mais a frente, né? Então a gente comemora pensando no que já foi conquistado, mas também lembrando que ainda temos muito o que conquistar e até mesmo refletindo quais são os próximos passos e o que ainda precisamos fazer como sociedade, para termos os devidos direitos. 
26 de agosto - Dia da Igualdade Feminina. @pritrelles

Para quem ainda não sabe, ou tem dúvidas sobre o assunto, vamos lembrar do conceito:
O feminismo é o movimento social que luta contra a violência de gênero e pela igualdade de direito e de condições das mulheres na sociedade. O movimento surgiu depois da Revolução Francesa e se fortaleceu na Inglaterra, no século XIX, seguido dos Estados Unidos, no começo do século XX. Luta pela igualdade de condições entre homens e mulheres, no sentido de que tenham os mesmos direitos e as mesmas oportunidades.

Sempre é bom lembrar que o feminismo não é o oposto de machismo. No machismo temos os homens acima das mulheres, naquela velha história de 'homens tudinho, mulheres nadinha'. O feminismo luta pela IGUALDADE, ou seja, ambos os gêneros são iguais, ninguém é mais ou melhor que ninguém. O feminismo luta por uma sociedade igualitária com condições para os dois gêneros.
Se liga nos direitos que temos hoje, que foram conquistados pela luta feminista:
1) Educação
2) Voto
3) Direito de pertencer a si mesma
4) Direito à vida
5) Anticoncepcional
6) Trabalho
7) Licença maternidade
8) Casamento
9) Divórcio
Ou seja: Até pouco tempo atrás, nós mulheres, não podíamos estudar, votar, decidir o que fazer da própria vida (inclusive viajar, ir no médico sem autorização do homem), podíamos ser espancadas e mortas por qualquer um, relações sexuais apenas para gerar filhos, não podíamos trabalhar (nem sermos empreendedoras), não podíamos ficar em casa cuidando do filho recém nascido, não decidíamos com quem casar ou quando casar, não podíamos pedir divórcio.
Podemos concordar que muito mudou para melhor e nossas vidas hoje são bem diferentes do que era antigamente, né? Mas ainda tem muuuuuita luta pela frente! Vamos juntas?!

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